Sobre mim


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Chamo-me Martina. Adoro explorar o mundo e o desconhecido. Os meus estudos sempre se focaram em línguas, que eu considero serem fundamentais para explorar outras culturas e conhecer pessoas com diferentes mentalidades e convicções. Tenho uma paixão muito grande por viajar e nos últimos 11 anos tenho vivido fora do meu país. Em 2015 escolhi Lisboa para ser a minha casa.

Quando eu descobri o yoga, apercebi-me de que este era uma nova chave para a descoberta do desconhecido e desde então tenho explorado um universo completamente novo dentro de mim. O yoga ajuda-me a conectar-me comigo própria e a conhecer-me a mim mesma num nível muito mais profundo. Através dos desafios do yoga, aprendi a ultrapassar as minhas limitações and desafiar as minhas crenças. Os treinos trazem-me um conhecimento profundo, uma sabedoria que me mostra todas as vezes que o yoga não existe no vácuo e que pode ser utilizado como uma ferramenta efetiva para os desafios do dia-a-dia. Yoga não é simplesmente alongar no nosso corpo, é fundamentalmente alongar a nossa mente.

Depois de completar o meu curso de professora de yoga de 200 horas com o meu professor Marco Peralta decidi começar a ensinar hatha yoga. A partilha deste caminho com outros permite-me explorar o yoga de diferentes ângulos e, consequentemente, um conhecimento ainda mais profundo do que o yoga realmente significa. A minha paixão por explorar o yoga de um ponto  de vista mais feminino levou-me ao ensino do yoga do útero. Depois de ter completado um curso com Uma Dinsmore em 2017, eu sinto a necessidade de partilhar estes ensinamentos com outras mulheres, uma vez que sinto que estes são ensinamentos que nutrem e fortalecem as mulheres, trazendo-lhes uma maior conexão com os seus corpos, com o seu ser e sabedoria interiores.   

Em 2015, descobri a Massagem Thai Yoga pela qual imediatamente me apaixonei. Depois de ter completado o meu curso com a minha professora Kathrin Heuser em 2016 comecei a trabalhar como terapeuta. Desde então tenho participado em mais cursos para aprender mais técnicas e aprofundar o meu conhecimento da “Dança Sagrada”. O que nunca pára de me surpreender é o quão profundamente é possível ligarmo-nos a todos os aspectos do nosso ser através deste trabalho se dermos total atenção e presença ao que está diante de nós.